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Na Praça do Vidreiro, prepondera o monumento evocativo do levantamento dos operários vidreiros, em 18 de Janeiro de 1934. Num País acomodado à opressão salazarista, estes marinhenses tiveram a coragem de lutar contra as perseguições, desemprego e injustiças várias a que foram sujeitos durante décadas.
Durante algumas horas, a Marinha Grande esteve nas suas mãos, até a revolta ser violentamente reprimida e os seus autores presos, muitos deles no Tarrafal.
O conjunto, da autoria do escultor marinhense Joaquim Correia, foi inaugurado no 50º Aniversário da revolta. |
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