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A beleza do Pinhal oferece uma tranquilidade e um sossego que contrasta com o quotidiano frenético da vida urbana. Por isso, com a construção da ciclovia, entre a Marinha Grande e a praia de S. Pedro de Moel, é cada vez mais frequente ver a família inteira de bicicleta a passear-se, por entre aquele imenso mar verde.
Ali não há só pinheiros bravos, há também uma variedade de espécies, algumas exóticas, que formam lugares muito aprazíveis, que convidam ao lazer e ao recreio, conhecidos como “ as árvores”, “ o canto do ribeiro”, “ a ponte nova” e “ o tromelgo” e onde há também parques de merenda.
Na orla marítima curiosos e raros “pinheiros serpentes, alguns até de uma beleza mórbida, que o cloreto de sódio vindo do mar, impelido pelos ventos, prejudicou no seu crescimento obrigando-os a rastejar, tomando assim formas bizarras” ( do “ O Pinhal do Rei” de Arala Pinto).
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| Também se encontram sinalizadas pela mata, algumas árvores notáveis, (eucaliptos, um samouqueiro e pinheiros bravos) classificadas de interesse público.
Plantas arenosas como a camarinheira, que lá pelo mês de Setembro dá uns frutos, umas bolinhas brancas, mais pequenas que berlindes, que se chamam camarinhas, de sabor peculiar, fazem a delícia de muitos. Antigamente até se fazia “doce de camarinha”. Para além da “apanha da camarinha”, encontra-se com facilidade plantas como o rosmaninho, a macela, o hipericão e a malva que são muito procuradas para fins terapêuticos e medicinais.
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( 5 km a sul da praia do samouco)
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